IMAGEM HOLOGRÁFICA & 3D

Publicado: 17 de janeiro de 2013 em TECNOLOGIA E AUTOMAÇÃO

Nova tecnologia holográfica traz 3D à vida

Massachusetts

Executivos e empresários podem ainda não ser capazes de transmitir uma imagem tridimensional deles mesmos para o outro lado do mundo para reuniões ou conferências, mas pesquisadores estão um passo mais próximos de imagens 3D em tempo real. Trata-se de um avanço tecnológico que pode tornar as videoconferências muito mais reais.

Está em fase de aprimoramento uma nova tecnologia holográfica capaz de projetar para outro local uma imagem que pode ser vista em quase 360o  e que é atualizada a cada dois segundos.

A aplicação mais provável dessa nova tecnologia, ao menos por enquanto, deve ser em filmes, dada a popularidade de produções de cinema 3D, como Avatar.

Existe, no entanto, planos mais ousados… É previsto diversas aplicações, incluindo algumas na fabricação de automóveis e aeronaves, em que os fabricantes poderão olhar o holograma e fazer mudanças em tempo real.

Conhecida como tele-presença tridimensional, a tecnologia soluciona alguns defeitos dos hologramas que temos hoje, que dão a ilusão de 3D mas têm um ângulo de visão muito limitado.
Para criar o holograma, câmeras fotografam imagens coloridas de vários ângulos e as enviam para uma linha ethernet as imagens são projetadas em um painel de plástico transparente e atualizadas a cada poucos segundos.

teste

Displays futuros poderão estar dispostos horizontalmente em uma mesa e o sistema vai criar uma ilusão óptica de que a imagem está flutuando sobre a tela.

Diferenças

A tele-presença tridimensional difere da tecnologia 3D em vários aspectos. Em 3D, uma perspectiva é projetada para um olho e a outra é projetada para o outro olho, criando a necessidade do uso de óculos especiais. Em holografia, não há necessidade de óculos, e o número de perspectivas só é limitada pelo número de câmeras usadas.

Em uma videoconferência, por exemplo, isso significa que pessoas sentadas de um lado da mesa verão de frente alguém que esteja sendo projetado em um holograma sobre a mesa, enquanto quem está sentado em outro lado verá o lado ou a parte de trás do rosto da pessoa projetada. Quase exatamente como se essa pessoa estivesse de fato ali, sobre a mesa.

Essa tecnologia foi criada com base em um trabalho anterior do mesmo grupo de cientistas, que em 2008 anunciou a criação de uma imagem 3D em branco e preto que poderia ser atualizada a cada quatro minutos.  O novo sistema tem, portanto, uma velocidade mais de 100 vezes superior.

No entanto, a equipe ainda precisa resolver alguns problemas, como melhorar a tela e reduzir a quantidade de energia requerida para o sistema funcionar, o que vai levar cerca de dois anos.

TV 3D

Um protótipo de televisor já é capaz de gerar hologramas monocromáticos e coloridos, com a vantagem de não forçar os olhos do espectador.

Especialistas afirmam que telas com imagens tridimensionais forçam os nossos olhos a trabalhar de forma antinatural.

No mundo real, quando se observa um objeto, os olhos focalizam e convergem para um mesmo ponto.

Mas quando se vê imagens 3D, embora os olhos focalizem objetos que supostamente estariam na frente ou atrás da tela, na realidade, eles continuam convergindo sobre a tela, e isso acontece tanto em 3D com quanto sem óculos.

TV holográfica

O protótipo atual ainda não lida tão bem com muitas cores, por isso, críticos dizem que assistir a muitas horas de TV tridimensional ou a imagens em que a profundidade do 3D é grande demais, pode forçar os olhos e provocar dores de cabeça.

Tanto assim que muitos fabricantes de equipamentos 3D recomendam que crianças jovens sequer assistam televisão.

Os hologramas podem se transformar na alternativa mais saudável.

No atual protótipo, as imagens ainda são tremidas e tênues, e isso no modo monocromático. Colorido é pior ainda.

Por outro lado, a tecnologia é capaz de reproduzir tanto imagens de computador quanto filmes feitos em 3D.

O princípio é o mesmo usado em fotos holográficas, que surgiram nas últimas décadas.

Fachos de luz

As imagens são armazenadas em filme ou neste caso, reproduzida na tela, através de uma complexa rede de interferências que só formam uma imagem quando vistas do ângulo correto e sob a iluminação perfeita.

Para cada objeto na cena, fachos de luz são projetados da tela para convergirem no ponto em que o objeto realmente estaria.

Isso significa que os olhos podem convergir para e focalizar o mesmo ponto.

E é isso que os olhos fazem na vida real, diferentemente do que acontece na atual tecnologia 3D.

Limitação

O problema é que para que as imagens possam ser vistas de vários ângulos, a TV precisaria produzir muito mais fachos de luz e interferências, o que necessitaria de uma quantidade enorme de informações.

O atual protótipo driblou esta limitação com um sistema que identifica os olhos do espectador para dessa forma projetar a luz no ponto ideal.

Atualmente, o máximo que o sistema pode fazer é acompanhar os movimentos de 4 pares de olhos de uma só vez, criando os respectivos hologramas.

A expectativa é que a tecnologia avance a ponto de os primeiros televisores holográficos chegarem ao mercado no fim do ano que vem.

Você deve se perguntar o que pode haver entre a holografia e futebol, certo? Pois bem, os japoneses pretendem utilizar a tecnologia holográfica para transmitir os jogos da Copa do Mundo em diversos estádios espalhados pelo mundo através dos hologramas.

A imagem holográfica é projetada numa “parede” de luz, no ar, que fornece imagens em um realismo ainda não atingido nem pela TV HD (alta definição). O plano dos japoneses é implantar esse sistema de holografia ate a Copa do Mundo de 2022, em estádios de futebol espalhados pelo planeta. Assim, quem não puder acompanhar o jogo ao vivo, no estádio, poderá ver a holografia em tamanho real no campo de futebol mais próximo da sua casa.

O projeto tem apoio da FIFA, e vai custar cerca 6 bilhões de dólares. Para que ele funcione, as imagens terão que ser capturadas, o tempo todo por diversas câmeras espalhadas pelo estádio. Além disso, eles pretendem levar a holografia com todos os sons do campo, incluindo o chute na bola e o apito do árbitro, ou seja, também terá de haver centenas de mini-microfones espalhados pelo campo. Em resumo você poderá ir ao estádio da sua cidade, assistir um jogo do outro lado do mundo e ver como se ele estivesse ocorrendo ali naquele momento.

Devido as preocupação ambientais, a fonte de energia para a holografia seria suprida com eletricidade vinda de um painel solar no teto do estádio, e dos barulhos vindos da arquibancadas, como gritos, batuques e batidas dos espectadores do estádio.

Pelo jeito, depois da Copa 2014 no Brasil, poderemos novamente ir ao estádio, aqui, e ver jogos das Copas do Mundo que seguirão.

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